sexta-feira, 29 de junho de 2012

Alvaro Dias Toma "Bordonada"

video

Alvaro Dias ensinando como se tornar ridículo.

5 comentários:

  1. Ridiculo é comigo mesmo.
    Ridiculo é conosco mesmo
    Serra,Alvaro Dias, Marconi Perillo, Mario Couto, Aloysio Nunes,São os que fazem parte da comissão de frente dos tucanos ridiculos.

    Alvaro Dias quis aparecer como sempre e, se deu mal. BEM FEITO!!!!!!

    Com exceção do Mario Couto, esses tucanos citados, nunca ficam de cabelos brancos.
    Alvaro Dias já tem quase 70 anos.
    Serra tem 70.
    Marconi deve ter mais de 60.
    Alvaro Dias cabelo acaju, Serra disfarça mas dá p/ perceber que é pintado.
    Agora Marconi Perillo e Aloysio Nunes, parecem que passam graxa no cabelo, Marconi ainda deixa uma costeleta branca p/ disfarçar.

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  2. Wilsoleaks.

    Andei lendo que Alvaro Dias já foi locutor e ator.
    Se ele foi tão bom locutor e ator como ele é senador, que artista o Brasil perdeu, hein????? rsrsrsrsrsrsrs.


    Fico imaginado o Alvaro Dias fazendo declaração de amor p/ uma atriz, com aquela voz, aquele cabelo acaju, fazendo caras e bocas, parecendo que está sempre sobre efeito de remédios.

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  3. São-Paulinos, Desenhistas, Projetistas, Socialistas, Progressistas, Petistas e Lulistassábado, 30 junho, 2012

    a cidade sede da Febraban (Federação dos Bancos) e da Fiesp (Federação das Indústrias), e onde a Associação Comercial, controlada há anos por pessoas ligadas ao DEM/PSD, tem uma atuação política marcante.
    É a eleição onde o poder econômico tem maior peso. E é onde tucanos, junto ao DEM/PSD, controlam a máquina da prefeitura desde 2005, e o governo do estado desde 1995. Neste quadro, tem restado ao PT a posição de segunda força nas últimas eleições. Diante disso, é sensato o PT ter buscado para candidato quem tenha o perfil mais adequado para enfrentar esse quadro complexo.
    Do ponto de vista interno ao petismo, não haveria divergências programáticas entre os postulantes a candidatos. Qualquer nome que fosse escolhido teria as mesmas bandeiras para carregar e os mesmos compromissos a apresentar à população. Para o público interno petista, não faria diferença se a candidata fosse Marta ou se é Haddad, salvo preferências de correntes políticas ou pessoais. A questão é o eleitorado externo, fora do PT.
    Desde 2004, os conservadores paulistanos, a velha imprensa dominante e a máquina de campanha tucana desenvolveram uma tecnologia de desconstruir a imagem de Marta para boa parte do eleitorado, o que a levou a terminar eleições em segundo lugar em três eleições, apesar de sempre ter votações expressivas: em 2004 e 2008 para prefeita, e mesmo em 2010 para o Senado (a bem azeitada máquina partidária tucana conseguiu a façanha de levar Aloysio Nunes ao primeiro lugar na capital).
    Com esse quadro, um nome que represente novidade para o eleitorado, como o de Haddad, pode ser o fator surpresa que desarranja toda a estratégia de campanha tucana. Contra Haddad, os tucanos ainda não encontraram um discurso que funcione.
    petistas, trançando cenários sobre as chances de êxito de cada postulante a candidato, e a decisão tenha sido sobre quem avaliaram ter melhores chances.
    Sobre a senadora Marta Suplicy, como uma das maiores lideranças paulistas do PT, é compreensível que tenha algumas arestas a serem aparadas dentro de seu partido, que busque mais espaço político por ter renunciado à disputa; mas não tem a menor lógica imaginar que ela se omitirá da campanha municipal nos momentos decisivos;
    Isso porque existe uma bancada de vereadores ligada a ela, cujo apoio da senadora será de grande valia para se eleger, e ela não negará esse apoio, até para manter sua liderança política e suas bases para as próximas eleições;
    E se Haddad vencer na capital, Marta também ganha, pois as resistências de parte dos paulistanos ao petismo terá sido vencida, o que abre horizontes mais amplos para todas as lideranças do PT paulista nas próximas eleições.

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  4. Paulo Salim Malufeakssábado, 30 junho, 2012

    Paulo Salim Maluf (São Paulo, 3 de setembro de 1931) é um empresário, engenheiro e político brasileiro filho de pais de origem libanesa. Foi duas vezes prefeito de São Paulo, além de secretário dos transportes e governador do estado de São Paulo e candidato à Presidência da República. Na política, Maluf associou-se ao conservadorismo político, ao populismo e à realização de grandes obras públicas, como a Marginal Tietê e o Elevado Presidente Costa e Silva, popularmente conhecido por "Minhocão".

    A carreira de Maluf também foi marcada por seguidas acusações de corrupção e outros crimes – ele foi preso em 2005 e é atualmente procurado pela Interpol,[1] em razão de mandado expedido pela promotoria de Nova Iorque, que o acusa de movimentar ilicitamente milhões de dólares no sistema financeiro internacional sem justificativa fundamentada. Apesar de todas as denúncias, Maluf jamais foi condenado definitivamente. [2]

    Seu primeiro partido político foi a Arena, sustentáculo do regime militar. A ascensão e o sucesso como administrador público estiveram na origem do termo malufismo, em alusão à influência que Maluf deteve na política paulista. A indicação de Maluf como candidato da eleição presidencial de 1985, a primeira após a abertura política, dividiu o partido, numa disputa interna de poder. Os membros da Arena contrários à candidatura, liderados por José Sarney, terminaram por fundar o dissidente Partido da Frente Liberal. Candidato, Maluf perdeu a eleição para Tancredo Neves.

    Maluf voltaria a vencer um pleito em 1992, para a Prefeitura de São Paulo. Depois disso, passou a disputar, com êxito, eleições parlamentares. Fundador do Partido Democrático Social (PDS), sucessor da Arena, hoje designado Partido Progressista (PP), Maluf é o presidente do diretório paulista do partido e exerce o cargo de deputado federal por São Paulo, com mandato até 2014. Foi eleito em 2010, com 497.203 votos.

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  5. Ahahahahaha...Fez uma ruga na testa do Alvinho..rs Manda mais botox!

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